domingo, 17 de julho de 2011

LAVANDO ROUPA

O Brasil deveria adotar esse costume coletivo.

Super pratico.

Mas individual, cada um faz o seu, como quase tudo aqui.

E a roupa sai super cheirosinha, fofinha e sequinha.

Detalhe, nao precisa nem passar ferro.

Perfeito.


> Também é local pra conhecer gente. Hoje conheci uma brasileira super fofa, a D. Fatima.

sábado, 16 de julho de 2011

HI MOUSE

Ninguém me tira da cabeça que eles se comunicam...

Eu tenho essa "loucura" de falar com bacterias, leveduras e agora com camundongos... hahaha... e quase sempre é carinhosamente.

Quem já me viu fazendo cultura de microorganismo, com certeza, ja me viu dando tchau ou bom dia para eles ou elas, vai saber... Mas agora dá pra saber.

Quando um camundongo faz o "cocozinho" que preciso coletar para saber como anda o dano intestinal, digo: Good boy!! Ou Good girl!! Loucura, ne?! Mas partilhada com colegas de mesmo lab. O Gerold (holandes pos-doc do lab) quando pega meio sem jeito no animal diz: Sorry mouse! Acho muito divertido esse contato com os bichinhos.

Mas que vê mais curioso? Eu tenho a mania estranha de tentar imaginar o que os seres estão pensando, principalmente se forem crianças ou animais. E nesse meu mundo maluco, fico imagino o papo na gaiola dos camundongos. Afeee.. são tantos dialogos que imagino, tipo desenho animado, sabe?! Tenho certeza que eles sabem que vão morrer quando são retirados do mouse room e entram na caixa branca. Vocês não imaginam o estresse que ficam as mães quando vamos remover seus filhotes. Ou então o saco que deve ser tendo que acasalar quando são colocadas em gaiolas separadas, com um macho e mais 2 fêmeas. Tadinhas, tendo que dividir o mesmo marido. Certeza que tem umas que se revoltam com isso e não acasalam... engraçado para elas, mas triste para nós. Felicidade de experimento com animal são varias fêmeas grávidas.


> e hoje fiz minha primeira cirurgia =) Feliz que ninguem (camungongo) morreu, pelo menos até o final da tarde. Suturar bonito exige prática, continuemos...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

REZAR E AMAR TAMBEM...


comer

trabalhar

e dormir....

zZzzZZzzzz...

domingo, 10 de julho de 2011

SAVE MONEY

Eu sou uma pessoa muito chata quando o assunto é dinheiro. Não sou do tipo pirangueira, principalmente se o assunto for diversão. Mas tambem nao queimo dinheiro de graça. Adoro ter pleno controle de quantos "dinheiros", entraram ou sairam, e porque. Coisa de gente velha, eu sei. Mas amo organizar minha planilha bancaria. Com cores diferente classificando gastos para alimento, eletronicos, farmacia, etc. Eu brinco com minha mãe que a melhor transação bancária, que faço, é de minha conta corrente para poupança, hahahaha. Meus pais não são, nem nunca foram ricos. Eu sou a irmã a mais velha. Então acho que tá explicado minha necessidade de controle extremo monetário. Proteção.

sábado, 9 de julho de 2011

AQUELAS PALAVRAS...

A primeira vez que tive vontade de falar isso, foi bem no começo. A gente teve uma noite bem adolescente, e meu "espirito ariano de ser" queria gritar o quanto envolvida estava. O tempo passou e o clima era lento. As coisas fluiam as vezes. As vezes não. A vontade de falar passou. O "te adoro" tava muito bem empregado. O tempo passou mais, e o nível subiu. As coisas mudaram de lugar, e de novo a vontade de dizer voltou. Agora menos imprudente e talvez mais racional. E eu disse, mas ele estava dormindo. E foi de proposito, que eu tinha receio da reação. Depois não sabia como ia ficar as coisas, eu iria me distanciar por um tempo, dizer parecia errado. Eu fui, e a vontade de dizer aumentou. Camuflado ia aparecendo no "tchamo", "gostoamodoro", até que veio limpo um "te amo". E se tornou frequente. Me espanto as vezes, e fico feliz como tomou esse tamanho. Mas hoje, a vontade é de dizer perto, sabe olho no olho? Tipo deitado na cama juntos, antes, durante ou depois. Aquelas palavras mágicas que me alimentam amorosamente, junto com varias atitudes lindas. E mais uma coisa eu postergo. Viver esse momento ao vivo regado a doces palavras.

SAU-DA-DE

DOESN'T MATTER



Quanto de camundongos nós temos? Ou quanto que um camundongo tem de humano? Doesn't matter. Tudo circula a respeito de sobrevivencia. De proteger os menores. De perpertuar a espécie.
Hoje meu coração apertou. Vinha de um encontro regado a cerveja e boa comida com amigos do lab, peguei um subway. Deparei-me com uma jovem senhora visivelmente pobre com 3 meninos ao redor e visivelmente cansados e com fome. O instinto materno dizia que de alguma maneira ela colocaria eles para dormir, ali mesmo, no banco do metrô. Lembrei de algumas ratas que agarram o filhote pela boca para não os colocarmos na câmara de CO2, ja que aquele genótipo não nos interessa. Instinto.
Talvez eu tenha mais de camundongo que imagino. No biotério, que estou fazeno estágio, existe o que chamamos mãe de aluguel (duas ratinhas para dar leite para todos). Eu não tenho idéia porque, mas acho que seria uma boa mãe de aluguel, adotiva. Doesn't matter, again. Meu instito, o humano, não de rato, diz que eu devia adotar uma criança, além das que possivelmente adotarei no ventre. A ideia ja existia, altamente recriminada por minha mãe, que é psicologa e mostra varios problemas emocionais associados a adoaçao. Mas talvez a ideia de novo na cabeça seja fruto da propaganda diaria no visor do subway. Se é ou não, doesn't matter, again again.


domingo, 3 de julho de 2011

PRIMEIRAS BOAS IMPRESSÕES

Cultura é um negócio muito curioso. Amo viajar para avaliar esse tipo de coisa, acho que é um bom investimento de dinheiro. Conhecimento embutido na diversão.

Estou indo para minha terceira semana Novaiorquina e não me canso de observar tudo. Comidas, transportes, carinho, namoros, educação, crianças... Cul-tu-ra. E pensem numa cidade Multicultural.

Tem quem diga que Nova York é ruim pois não tem cultura como tem o Brasil, com suas mil danças, roupas, festas etc. Mas puxa, tenho que discordar. A cultura americana é muito mais que comer fast-food, que por sinal tem mudado muito. Americano tem se cuidado comendo muita salada e fazendo exercícios. Continuam apressados, objetivos (o que é confundido as vezes com mau-humor) e no dia-a- dia sem muita troca com outras pessoas. Exceto pelo excessivo excuse-me, e sorry ouvido na rua.

Uma coisa tem me encantado muito na cultura americana, maridos e pais. Homem aqui não fica em segundo plano. Infelizmente, vejo no Brasil a cultura que mãe é mãe, que mãe é insubstituível, que mãe é melhor que pai, que mãe é quem leva na escola, dá banho e cuida da criançada... Puxa, amo minha mãe, quero ser boa mãe também, mas e o pai? Quero um bom marido e maravilhoso pai para meus filhos também. Aqui nas ruas quem segura na mão da criançada e da mãe é o pai. Pai usa aquelas bolsas de pendurar o bebê. Pai empurra o carinho de criança. Pai vive papel de pai.

Meu apelo para que pais sejam mais pais e que as mães, deixem os pais serem pais, e assim ganhem maravilhosos maridos.

PS. o carrinho de bebê daqui é maravilhoso, bem alto e com varios compartimentos funcionais. As roupinhas de criança são absurdamente lindas. Posso fazer enxoval daqui 1 ano e meio? hahahahaha...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

SCIENCE OF COOKING


Num é porque é o BigBoss não, mas o cara se garante demais nas escritas...

Contos do Sérgio Lira no blog da SBI (Sociedade Brasileira de Imunologia) - sobre o que de cozinha tem na ciencia? e o que de ciencia tem na cozinha?Enjoy!